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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Cai interesse por contato com a natureza

Um estudo feito por cientistas americanos revela que a prática de atividades ao ar livre e a visitação a parques e refúgios naturais está caindo em ritmo alarmante nos Estados Unidos e no Japão. O motivo, segundo os pesquisadores, é a substituição das diversões externas por hábitos de lazer domésticos e sedentários, como jogar videogame, assistir televisão ou passar horas diante do computador. Observada nas sociedades dos dois países, essa tendência não tem impacto apenas na saúde das pessoas. De acordo com os cientistas, pode comprometer também o interesse dos países em preservar parques naturais e o ambiente de uma forma geral.

O alerta é baseado na análise de taxas de visitas aos parques nacionais e estaduais de cada país, e do número de licenças de caça e pesca emitidas por ano nos EUA e no Japão. Conforme diz o estudo, elaborado por Oliver Pergams, da Universidade de Illinois, e Patricia Zaradic, do Environmental Leadership Program da Pensilvânia, o número de visitantes nos parques naturais dos EUA atingiu o seu pico em 1987. Em 2006, a taxa já era 23% menor. No Japão, o declínio observado foi parecido: de 1991 a 2005, o número de visitantes dos parques caiu 18%.

A pesca, por sua vez, muito popular entre os americanos em 1981, era 25% menor em 2005. A única atividade cujo número de licenças expedidas ainda não caiu é a caça.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Pesquisa realizada pelo Greenpeace revela empresas poluentes.

Sony Ericsson e Samsung são os fabricantes de produtos eletrônicos que mais respeitam o meio ambiente, segundo uma lista publicada hoje pelo Greenpeace. A Nintendo está na lanterna, com zero pontos de dez possíveis, e a razão de o grupo japonês ter recebido a pior qualificação possível se deve principalmente aos materiais utilizados em seus dois consoles, o Wii e o DS.
Segundo o estudo trimestral elaborado pelo Greenpeace, Sony Ericsson e Samsung obtiveram cada uma 7,7 pontos na avaliação da política de reciclagem e de utilização de substâncias tóxicas em telefones celulares, computadores, televisores e consoles de jogos de 18 grandes fabricantes mundiais.

O Greenpeace elabora esta lista desde agosto de 2006. Inicialmente, ela era limitada a celulares e computadores, tendo sido ampliada posteriormente para englobar outros produtos eletrônicos.

A avaliação leva em conta dois critérios: primeiro, são feitos testes com os diferentes produtos químicos escolhidos para a fabricação dos produtos e sua periculosidade para o meio ambiente; depois, é avaliada a responsabilidade em escala mundial quanto ao controle dos resíduos.

Este último ponto se refere principalmente à existência de um serviço de recuperação dos equipamentos quando os consumidores deixam de utilizá-los, uma ação que não é comum na Europa, onde se generaliza a obrigação de que os vendedores devem recuperar os aparelhos antigos, mas que ocorre em outras partes do mundo